Sonic Generations é a grande celebração da SEGA pelo aniversário de 20 anos da série do porco-espinho. Sim, estamos ficando velhos. Para isso, a empresa está pegando fases clássicas vistas nos últimos anos e as recriando para os padrões de exigência atuais de duas maneiras diferentes: para os fãs tradicionais, existe o Sonic da era 16 bit, que é mais claro, baixinho e gordinho. Este Sonic das antigas não tem nenhuma das habilidades mais novas, como seus ataques aéreos teleguiados, e sua física é muito similar aos títulos 2D do Mega Drive, com fases lineares, de progressão lateral.
Dois Sonics se encontram em Sonic Generations (Foto: Divulgação)
Mas todas as fases tem duas versões. O Sonic moderno – mais alto e magro – já ganha a jogabilidade atual, com câmera dinâmica em terceira pessoa, e todos os turbos, ataques teleguiados e sequências de corrida similares a montanhas-russas no céu, e com vários caminhos para encontrar e explorar.
A questão é que esta opção de trazer dois modos de jogo abriu um precedente interessante. Como explica Takashi Iizuka, “uma coisa importante para dizer sobre a versão para Nintendo 3DS é que tirando Green Hill Zone, que é a primeira zona de todas as versões, todas as fases do portátil serão diferentes das vistas no PS3 e no 360”
Isso ocorre porque estes consoles – mais o Dreamcast, é claro – tiveram um estilo de fase em seus jogos exclusivos bem diferente das versões para o DS, como a série Sonic Rush. Assim, cada sistema terá um visual com o qual os seus jogadores já estão acostumados. Será que veremos algo inspirado no Game Gear? A versão para o 3DS de Sonic Generations também terá um modo versus para dois jogadores.
Via Joystiq
Quem joga videogames desde o começo dos anos 90, pode ter conhecido um dos jogos de aventura para computador chamado Duke Nukem, um joguinho simples de tiro que não parecia ser muito promissor. Ledo engano. Nessa época, ninguém fazia idéia de que esse nome se tornaria uma lenda da indústria de games, literalmente. Uma lenda que se transforma em realidade.
Duke Nukem, um dos maiores "badasses" dos games (Foto: Divulgação)
Tem muitas pessoas que não conhecem a fundo a história de Duke Nukem, e por causa disso, não tem noção do hype que esse jogo causou no decorrer dos anos, e ainda por cima, não fazem idéia do sucesso que foi Duke Nukem 3D, por exemplo. Muitos jovens de hoje apenas viram a chegada de Duke Nukem Forever, e não dão muita importância para essa notícia. Claro que gosto é algo que não se pode discutir, mas a história de um dos heróis mais canastrões do videogame é algo que vale a pena conhecer. O início de uma lenda
O primeiro jogo da série foi lançado no ano de 1991 para computadores e foi desenvolvido pela Apogee Software. O jogo se passava num “futuro”, o ano de 1997 e existia um vilão chamado Dr. Proton que procurava dominar o mundo através de seu exértico de robôs que se chamavam Techbots. Nisso, um agente da CIA, Duke Nukem, é chamado para a missão de derrotar Dr. Proton e em sua aventura, ele percorre vários lugares diferentes, entre as ruas de Nova York e também uma base na Lua.
Desnecessário dizer que um jogo de computador naquela época era muito simples, mas isso não tirou a diversão do jogo, que era um “side scroll” com muitos monstros e itens para coletar. Esse é o início modesto da carreira do nosso herói.
Duke Nukem (Foto: Reprodução)
O retorno
O primeiro jogo vendeu bem, e por causa disso, outro jogo foi lançado no ano de 1993. Duke Nukem II volta com uma animação no começo do jogo, onde o herói diz a seguinte frase “I’m Back” (não, não é a voz de Jon St. John que todos conhecem). Durante o segundo jogo, Duke precisava derrotar monstros ainda mais estranhos e mais uma vez salvando o mundo.
Nesse segundo título, o herói começa a mostrar poucos traços de modéstia (uma característica forte de Duke), e a trama se inicia enquanto Duke estava dando uma entrevista sobre o seu livro, que se chama “Why i’m so great” e de repente é sequestrado por alienígenas que desejam drenar o seu cérebro, para assim bolarem um bom plano para dominar o mundo. Os gráficos de Duke Nukem II foram melhorados em relação a seu antecessor, e o arsenal de armas do herói aumentou bastante também.
Nova era: o 3D
Um ano depois da ID Software surpreender ao mundo com seu jogo Doom para computadores, a 3D Realms, uma divisão criada para os jogos 3D da Apogee Software cria um jogo para competir com o shooter do momento. Duke Nukem 3D entra em cena, sendo o primeiro da série onde se podia jogar em primeira pessoa, algo novo na época. Ainda era possível jogar com uma visão em terceira pessoa, que não era muito legal. Em outras plataformas além do PC, o jogo se chamou Duke Nukem 64 (Nintendo 64) e Duke Nukem: Total Meltdown (PS 1).
Mas isso não foi o que marcou Duke 3D. A visão em primeira pessoa era bacana, mas tinha algo realmente novo, e que nem mesmo seu rival Doom possuia: Uma linguagem altamente machista e polêmica, cheia de palavrões e diversas insinuações pornográficas. Esse jogo marca o herói como sendo um dos maiores canastrões da indústria, imagem que carrega com orgulho até hoje.
Duke Nukem 3D (Foto: Divulgação)
Duke Nukem 3D foi o primeiro jogo onde escutávamos alguém dizer Filho da P*** sem nenhum tipo de censura, e isso foi algo que marcou bastante os gamers em todo o mundo. Seu humor ácido ao matar os inimigos também era algo inédito na época, pois até então, jogos como Doom não possuíam dublagem, apenas um protagonista silencioso. Mais a seguir faremos um especial com as melhores frases de Duke, então vamos avançar no tempo. Duke Nukem Forever – A lenda da indústria
Graças ao sucesso de Duke Nukem 3D no mercado, a 3D Realms anunciou, exatamente no dia 28 de abril de 1997, a sequência do jogo, que se chamaria Duke Nukem Forever. Essa foi a primeira vez (de muitas que viriam) que esse jogo foi anunciado. Tudo normal até então. No ano seguinte, em 1998, Na E3 que aconteceu em Atlanta, a 3D Realms anunciou novamente o jogo e também um trailer, que na época estava sendo desenvolvido com a engine gráfica de Quake 2, surpreendendo a todos a época. Mas ai se passou mais um ano e o jogo não tinha sido lançado.
Mas outro jogo havia sido lançado no mesmo ano (1998), dessa vez um spin-off chamado Duke Nukem: Time to Kill. Esse foi o primeiro de vários títulos que seriam lançados enquanto Forever não chegava. Time to Kill foi um jogo exclusivo para PS1, e mostra Duke em um vídeo andando de motocicleta, a caminho de uma boate. No local ele é atacado por porcos mutantes e decide reagir. Para isso, Duke faz uma viagem ao tempo em busca de provas que pudessem derrotar os mutantes, e seus planos para mudar a história da humanidade a favor deles. Mais spin-offs para tapar buracos
Enquanto Duke Nukem Forever não saia, precisavam fazer algo para os fãs não se incomodarem com o “pequeno” atraso do jogo, já alegado pelos produtores da 3D Realms, especificamente George Broussard, o chefe da produção e criador de Duke Nukem. Enfim, foi anunciado em 1999 mais um jogo da série, Duke Nukem: Zero Hour, que era exclusivo para Nintendo 64. Nesse jogo, Duke trabalhava a serviço do governo e também lutava contra ameaças alienígenas em Nova York.
Mas os planos de Duke mudam um pouco quando ele descobre que os alienígenas pretendem voltar no tempo e mudar a história da humanidade para que eles tenham vantagem e mais facilidade em dominá-la. Assim, Duke viaja em várias eras da história para enfrentar os monstros. No fim das contas, ele é muito parecido com Time to Kill, literalmente.
Duke Nukem: Zero Hour (Foto: Reprodução)
Mas e o Forever?
Enquanto isso, o ano de 1999 se passa e a 3D Realms faz um anúncio ao público, justificando mais uma vez o seu atraso no lançamento do jogo: O motivo foi a mudança da engine gráfica do jogo, que não era mais baseada na de Quake 2, por ter se tornado obsoleta em muito pouco tempo, o que fez com que os produtores refizessem o jogo da estaca zero. Mas esse processo seria resolvido até o ano 2000. Adivinhem se a promessa foi cumprida. Sem Forever, mas com Mulheres!
Chega o ano 2000, e nada de Forever no mercado. Mas tem jogo novo de Duke Nukem mesmo assim. Dessa vez trata-se de Land of the Babes, um jogo que foi sequência direta de Time To Kill. Quando Duke derrota os alienígenas no passado (em Time to Kill) e retorna ao seu tempo, ele descobre que as mulheres de todo o mundo foram escravizadas e os homens foram destruídos do planeta.
Duke encontra a líder de uma resistência feminina que pede para que ele seja o herói das mulheres na Terra. Também cabe ao herói, ao fim de sua jornada, que seja o responsável pela reprodução dos seres humanos no planeta.
Curiosidade: O jogo se chamaria Planet of the Babes, mas no mesmo ano seria lançado o novo filme Planeta dos Macacos, e para evitar comparações com o filme, o título foi alterado.
Duke Nukem: Land of the Babies (Foto: Divulgação)
Mais um ano, mais uma desculpa
Começa o ano de 2001, e o público já estava começando a levar o lançamento de Duke Nukem Forever na brincadeira, algo que também se estenderia ao longo da (literalmente) década de sua produção. Mas a 3D Realms dá uma notícia animadora: O jogo está praticamente finalizado.
Foi lançado um vídeo com cenas de gameplay do jogo, o que trouxe novamente a esperança a toda a comunidade de fãs. Um novo trailer significa que o jogo está perto de ser lançado, certo? Não.
E o tempo corre, mais spin-offs
A quantidade de spin-offs de Duke Nukem lançados realmente foi algo que impressionou ao longo dos anos. O tempo que demoraram produzindo todos esses jogos, daria tempo de lançarem Forever com sobra. Mas voltando ao assunto, no ano de 2002 foi lançado outro jogo, Duke Nukem: Manhattan Project. Esse jogo era exclusivo para PC, e depois de não muito tempo foi lançado na Xbox Live.
A trama era a seguinte: Um cientista louco chamado Mech Morphix usa uma espécie de geléia radioativa para dominar o mundo (algo parecido com o primeiro Duke de 1991). A aventura se passa em Manhattan e Duke luta contra vários tipos de monstros mutantes como jacarés, baratas gigantes e os porcos alienígenas, monstro tradicional da série. O jogo era um side scrolling em 3D, que tinha uma boa jogabilidade.
Duke Nukem: Manhattan Project (Foto: Divulgação)
A má (ou péssima) notícia
Mas o ano de 2002 chega ao fim, e nada de Duke Nukem Forever. Pior que isso, a 3D Realms informou que contratou novos programadores, mudando toda a equipe de desenvolvimento do jogo e que ele foi refeito do zero, mais uma vez. O previsão dessa vez, era que o jogo fosse lançado até o final de 2004, mas ninguém mais acreditava que o jogo seria lançado. Esse foi um dos últimos anúncios oficiais do jogo.
Termina o ano de 2004 e nada do Forever. Para resolver essa situação, a 3D Realms dá uma nova frase que definiria o prazo de lançamento do jogo: When it’s done (Quando estiver pronto). E nada mais foi falado sobre Duke Nukem Forever. Os anos correram.
Mesmo com imagens melhoradas do jogo, não havia previsão de lançamento dessa vez (Foto: Divulgação)
E dá-lhe spin-off!
Durante o ano de 2010, muita coisa havia acontecido. Entre elas o fechamento da 3D Realms, o que fez com que os fãs realmente desistissem de esperar pelo lançamento de Duke Forever. Mas depois de uma briga feia na justiça, a Take-Two se tornou dona dos direitos do jogo, e trouxe à vida o título que dessa vez estaria aos cuidados da Gearbox Software. Uma data de lançamento foi divulgada, dia 6 de maio de 2011, mas essa data também foi adiada pela Gearbox, desta vez para o dia 10 de junho.
Enquanto isso a produtora Deep Silver lança em parceria com a Gearbox, o jogo Duke Nukem: Critical Mass, para portáteis. Tratava-se de um jogo em terceira pessoa onde o herói enfrentava novamente o Dr. Proton, primeiro vilão da série. O cientista leva seus robôs para dominar a Terra novamente e o resto é o mesmo chichê de sempre. Apesar do jogo ser bom, havia uma coisa ainda melhor.
Duke Nukem: Critical Mass (Foto: Divulgação)
Duke Nukem Forever finalmente será lançado
Depois de 14 anos e duas gerações de videogames, a quantidade de histórias e desculpas fizeram com que os fãs do jogo desacreditassem quase que totalmente em um possível lançamento de Forever. Quase. A data marcada está chegando e a demo do jogo já foi disponibilizada para os fãs testarem. Além disso, quem fez a pré-compra de Duke Nukem Forever, teve a sua “fé” recompensada pela Gearbox, com o primeiro DLC do jogo gratuíto. Duke Nukem Forever entrou em fase Gold de produção, onde os discos foram todos prensados, gravados e enviados para as lojas. Haverá algo que possa impedir o lançamento de Duke Nukem Forever agora?
E como será o jogo completo? Será que ficou bom depois de 14 anos? A jogabilidade atenderá as expectativas ou deixará a desejar? Ainda não tem como fazermos um review desse jogo, e por enquanto não é necessário. Apenas o lançamento de Duke Nukem Forever, é algo digno de comemoração para muitos fãs que conheceram o herói desde seus primórdios, no início dos anos 90.
O The Sims Medieval faz parte da série The Sims desenvolvida com base na tecnologia do The Sims 3. Nessa edição já existem quatro pacotes de expansão: Volta ao mundo, Ambições, Caindo na noite e Gerações.
Vale lembrar que o The Sims Medieval ainda não é o The Sims 4. E ele também não é uma expansão de outra linha. O Medieval é mais uma linha de jogos do The Sims 3.
No The Sims Medieval você experimenta a era medieval com Sims da Idade Média: rei, rainhas, cavaleiros, feiticeiros, espiões, ferreiros, mercadores, bardos e outros. Além disso, o jogador pode criar heróis, escolher missões e construir seu reino.
No geral, é possível fazer quase as mesmas coisas dos outros The Sims. Uma das diferenças mais marcantes é que todos os personagens moram em um único povoado e não mais em vizinhanças.
Existe um único castelo, com um rei ou uma rainha e inumeráveis vassalos, cada um com suas tarefas. As roupas e opções de personalidade também mudaram além dos lugares e tarefas.
Conheça as dicas para o The Sims Medieval (Foto: Divulgação)
E para quem já joga ou quer saber como jogar noThe SimsMedieval o TechTudo já preparou essa dica com os códigos para usar no jogo. Boa parte dos outros cheats também funcionam no Medieval.
Se você quer conhecer outros códigos leia nossa dica Como jogar The Sims 3? Códigos, cheats, manhas e dicas para usar na série. Nessa dica, você saberá em cada passo mais um cheat para usar no The Sims 3.
Passo 1. Assim como nos outros, você precisa ativar a entrada de códigos. Para tanto, digite Ctrl+Shift+C e depois insira na caixa de texto 'testingCheatsEnabled true' e aperte enter;
Passo 2. Para inserir outros comandos, você sempre deverá pressionar 'Ctrl + Shift + C' para que a caixa de texto apareça;
Passo 3. Com os códigos do The Sims 3 você pode desabilitar ou habilitar opções como preferir. :: Ao digitar 'DisableClothingFilger' o filtro de roupas é desativado. :: Ao diigtar 'DisableQuestPerformace' a busca de desempenho é desabilitada para que você possa brincar e não ferir sua contagem na busca. :: Ao digitar 'DisableRespos' as responsabilidades dos Sims ativos são desativadas.
Passo 4. Digitando 'EnterProductionCAS on/off', é possível entrar na cas de produção e aproveitar as opções que normalmente não têm;
Passo 5. A cheat 'aging on/off' controla o sistema de envelhecimento;
Passo 6. Ao digitar 'ageuptonpc' os jogadores alternam a opção para a criança crescer em um adulto como um NPC;
Passo 7. Para adicionar um bebê para cada família, digite 'babyboom';
Passo 8. As cheats também são úteis para controlar melhor seu jogo. :: O texto 'autocompletequest' é capaz de auto completar a busca ativa. :: 'autopopulateworld' Preenche automaticamente o mundo, mas isso leva um tempinho.
E para as pessoas que gostam o The Sims 3 oferece mais objetos e mods no site oficial.
Cinco anos depois do seu último game, e após meses de especulação, imagens conceituais e muitos boatos, a IO Interactive e a Square Enix mostraram o mais novo game da série do agente 47, Hitman: Absolution na E3. E aparentemente a espera valerá a pena.
Hitman: Absolution (Foto: Divulgação)
O trailer mostrado não inclui jogabilidade, mas dá uma amostra do carinho que as empresas tem pela série, mostrando a ambientação e a frieza e habilidade do assassino com quem cruza seu caminho. Na história, 47 foi traído pelas (poucas) pessoas em quem confiava e, caçado pela polícia, deve usar todos os seus talentos para escapar de uma terrível conspiração, que o fará enfrentar uma série de poderosos e perigosos inimigos.
Com uma história cinematográfica, uma belíssima direção de arte, e game design altamente original, Hitman: Absolution combina a cultuada e clássica jogabilidade com recursos inéditos, desenvolvidos exclusivamente para este jogo. Agora não há mais missões de assassinato para cumprir, mas sim pura sobrevivência. Existe uma constante de improvisação que permeia todo o game, para que os jogadores tenham liberdade para pensar na melhor maneira de sair de cada situação.
Objetos nos diversos cenários podem ser usados como arma, como um cabo de força pode ser usado para enforcar inimigos, mas a grande novidade é o “instinct view”, uma visão especial em câmera lenta que pode ser ativada para enxergar o provável caminho de inimigos e inocentes, incentivando o jogador a correr riscos em determinados lugares. O estímulo à tentativa-e-erro é grande, e este sistema permite navegar e solucionar puzzles de ação de maneira mais natural e orgânica em relação aos games anteriores. Hitman: Absolution ainda não possui data de lançamento, mas estará disponível para PS3, Xbox 360 e PCs. Confira o trailer animado:
Existe algo de diferente nas corridas de Fórmula 1. Mesmo com a dominância de apenas um piloto (como foi com Schumacher e agora continua com Mark Webber), a categoria de monoposto continua atraindo milhares de fãs. Prova maior disso foi que o jogo F1 2010, lançado em setembro passado, surpreendeu nas vendas e se tornou um grande sucesso para a produtora Codemasters. Agora, eles estão preparando a versão atualizada para este ano, mas trazendo muitas mudanças.
F1 2011 (Foto: Divulgação)
Isso acontece porque F1 2011 está lidando com ainda mais expectativas. Quando foi lançado, a versão do ano passado desbancou instantaneamente o hit da Microsoft, Halo: Reach, do ranking do Reino Unido. É claro que a categoria não faz tanto sucesso nos Estados Unidos e, por isso, não teve vendas tão significativas neste mercado, mas a Europa (e provavelmente o Brasil também) recebeu bem a volta dos monopostos em um game multiplataforma.
Diferente da Sony, que até 2008 ainda possuía os direitos exclusivos sobre a Fórmula 1, a Codemasters é especializada em corridas, com as séries Dirt e Grid como boas amostras da capacidades da produtora em lidar com o gênero. Tanto que F1 2010 vendeu dez vezes mais do que o título mais rentável do esporte, o F1 2001, exclusivo para o PlayStation.
“Eu sei o que aconteceu com a série, eu estive lá, eu fiz o 2001″, diz Stephen Hood, chefe de design do game atual. “Foi legal voltar a Fórmula 1 novamente após quase dez anos, pois eu amo o esporte”, conta Hood ao site Now Gamer.
Claro, os fãs também comemoraram, já que F1 2009 chegou apenas para Nintendo Wii e PSP, mas a última (e melhor) versão foi lançada para PlayStation 3, Xbox 360 e PC. Os computadores não recebiam um game oficial desde F1 Challenge 1999-2002, da Electronic Arts, lançado em 2003.
F1 2011 (Foto: Divulgação)
Mudanças F1 2011 então vai apenas atualizar os pilotos e equipes do mundial deste ano? Também, mas não só isso. O game contará com várias modificações, como ajustes na pilotagem e na configuração dos carros, além da implementação dos recursos da temporada, como o Kers e a asa traseira ajustável. Tudo para tornar as corridas mais realistas, mas também trazendo diversão para os jogadores.
Mas realismo demais pode acabar sendo algo negativo. “Na vida real, os pilotos possuem menos de 12 configurações de mistura de combustível para modificar: precisamos dessas 12 no jogo? Provavelmente não”, afirma Hood. “Se fizéssemos isso, tornaria os controles ainda mais complicados, você teria que acessar o menu e navegar pelas definições que queria, enquanto [os pilotos da F1] possuem um bom e pequeno discador”, explica. Ou seja, mesmo para um jogador que leva a sério as corridas do game, não seria nem um pouco prático.
F1 2011 (Foto: Divulgação)
O executivo diz que “seria fantástico” se todos pudessem utilizar volantes de Fórmula 1 para jogar, já que seria possível sentir nitidamente a diferença de peso proporcionada pelo consumo combustível no carro, modificando assim o estilo de pilotagem. “Diminuímos isso porque eu quero que você tenha a impressão do que está acontecendo na F1, mas ainda possa dirigir, seja em um joystick, seja em uma direção”, justifica.
Não impede que não possa haver algumas adições para agradar aos mais fanáticos, como a mudança na engine física do módulo de suspensão para deixar o bólido mais em contato com o chão. Se acelerar demais em uma curva, acabará saindo de traseira, mas poderá corrigir. “Você não tinha isso em 2010, era tudo ou nada”, reconhece Hood ao pontuar que não era possível retomar o controle da direção. “Pilotos de verdade atacam as zebras e passam por cima delas. Isso será mais realista, mas deixará mais fácil de jogar porque as coisas que você vê na vida real podem ser traduzidas no game”, explica. “O realismo ajuda”, define. F1 2011 deverá contar com o grid de largada mais atualizado possível, assim como as regras da categoria na temporada atual. Segundo o chefe de design da Codemasters, é difícil se manter a par de todas as mudanças para o momento de lançamento do game. “É algo com o qual nós apenas temos que lidar”, diz, resignado. O título chegará ao Xbox 360, PlayStation 3 e PC no dia 23 de setembro deste ano.
Via Now Gamer e F1 2011 Official Facebook
E as novidades da E3 não param de surgir. Dessa vez, a distribuidora Atlus anunciou que irá trazer mais um jogo da série Shin Megami Tensei para o ocidente: Trata-se de Devil Survivor 2. Esse título para Nintendo DS chegará ao mercado em 2012, e promete agradar a quem gostou do jogo anterior da série.
Devil Survivor 2 (Foto: Divulgação)
Importante lembrar que ele será lançado para Nintendo DS, e não o 3DS. Para quem não conhece, Devil Survivor 2 é um RPG de estratégia onde um grupo de estudantes (clássico enredo japonês) descobre um site na internet que mostra aos visitantes como eles irão morrer (qualquer semelhança com o anime Death Note pode não ser coincidência). Por isso, você no papel do protagonista irá recrutar mais estudantes para o seu grupo, e manter relacionamento entre eles.
E não, o relacionamento não é ao estilo de Mass Effect, mas a forma como os personagens são tratados durante o jogo. Quanto maior o seu relacionamento com determinado membro do grupo, maior será a sua eficiência nas batalhas. Para fazer jus ao nome, você poderá invocar demônios durante as lutas para te ajudar.
Sobre os demônios, o jogador poderá descobrir vários tipos diferentes deles e em Devil Survivor 2, foram inclusos o dobro de monstros do jogo anterior. Certamente, quem jogá-lo terá bastante trabalho para conseguir todos eles, garantindo assim muitas horas de diversão. Maiores informações também serão detalhadas no site oficial, que ainda está em construção mas que está no ar.
Durante a conferência na E3 na segunda-feira (8), a Sony apresentou formalmente ao mundo o seu novo portátil, o PlayStation Vita (anteriormente conhecido pela sigla NGP, de “Next Generation Portable”). Para mostrar como pode funcionar a integração com o PlayStation 3, foi exibido o exemplo de Ruin, um novo game que traz combates medievais, redes sociais e interoperabilidade entre os sistemas como seu grande charme.
Ruin (Foto: Divulgação)
Descrito no evento como “RPG de ação social”, Ruin (o nome ainda é provisório) está sendo produzido pelo San Diego Studios, da Sony, para ambas as plataformas. A idéia é poder começar uma partida em uma delas e terminar na outra. Por exemplo: você está jogando no PS3 na sala, mas precisará sair de casa. No meio do caminho, basta pegar o PS Vita e continuar exatamente de onde parou.
Isso se deve ao recurso de poder salvar as informações do jogo “na nuvem”, por meio da PSN. Atualmente o serviço só está disponível para assinantes do clube de vantagens PS Plus, mas não seria difícil de imaginar que a Sony possa liberar isso gratuitamente (afinal, ainda haveria a despesa do usuário com o plano 3G no portátil). Como as plataformas têm poderio equivalente, é possível manter os gráficos e todos os elementos. Só não se sabe ainda se será preciso comprar o título duas vezes.
“Ruin será o RPG de ação rápido que eu quero fazer desde que joguei um clássico do gênero pela primeira vez”, diz Travis Williams, produtor sênior da Sony para o game e quem o apresentou na conferência da E3. “Redes sociais e conexões à rede constantes deixam suas vitórias (e derrotas) mais públicas. A habilidade de falar, trocar e competir permite que sua exploração (…) possa ser vista por todo mundo”, explica, justificando que o título terá um mote: “não apenas ganhar o jogo, mas fazer com que todo mundo saiba disso”.
O game deverá contar com um sistema de criação de personagens e de castelos, com forte inclinação para a exploração de masmorras (ou na expressão em inglês dugeons, como é mais conhecida entre os gamers). Ainda não há informações sobre data de lançamento, mas Ruin só deverá chegar pelo menos após o PlayStation Vita finalmente for comercializado, no final do ano